30 de mar de 2012

Cristo – O Centro da Bíblia

“Toda a Bíblia se desenvolve ao redor desta bela história de Cristo e da Sua promessa de vida eterna, feita a quantos O aceitam. A Bíblia foi escrita somente para que o homem creia, entenda, conheça, ame e siga a Cristo.

Cristo, centro e âmago da Bíblia, centro e âmago da História, é o centro e o âmago de nossa vida. Nosso destino eterno está em Suas mãos, De aceitá-lO ou de rejeitá-lO depende, para cada um de nós, a glória eterna, o céu ou o inferno; ou um, ou outro, A mais importante decisão que alguém possa ser chamado a tomar é a de resolver, em seu coração, uma vez para sempre, a questão de sua atitude para com Cristo. Disso depende tudo.


É uma coisa gloriosa ser crente, o mais elevado privilégio da raça humana. Aceitar a Cristo como Salvador, Senhor e Mestre, porfiar sincera e devotadamente por segui-lO no caminho da vida que Ele ensinou, é, certa e decididamente, o modo mais razoável e mais satisfatório de vida. Isso significa paz, paz de espírito, contentamento de coração, perdão, felicidade, esperança, vida, vida aqui e agora, vida abundante, vida que nunca findará.

Como pode alguém ser tão cego e insensato, ao ponto de prosseguir pela vida afora e encarar a morte sem a esperança cristã? Fora de Cristo, que é que existe, que é que pode existir, seja quanto a este mundo, seja quando ao outro, para que valha a pena viver? Todos havemos de morrer. Para que dissimular, com risos, este fato? Vê-se que convém a todo ser humano receber a Cristo de braços abertos e considerar o mais altaneiro privilégio da vida, o de usar o nome de Cristão.

Em última análise, a coisa mais cara e mais doce da vida é ter consciência, no mais recôndito de nossos íntimos motivos, de que vivemos para Cristo, e de que por mais débeis que sejam os nossos esforços, afadigamo-nos em nossa lida diária na esperança de que, na última etapa, teremos feito alguma coisa para depositar, em gratidão e adoração humilde, aos Seus pés como oferta.” (Manual Bíblico de Henry H. Halley, pág. 21).

Pedro Apolinário, História do Texto Bíblico, Capítulo 23.

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